Diário de bordo
O ano de dois mil e vinte e seis iniciou com dias quentíssimos aqui em solo tropical. Feriado de festas natalinas e férias escolares, temos um pouco de sossego nas ruas e avenidas. Congresso em recesso, Assembleias e Câmaras também, o povo aguarda, ordeiramente, a pausa institucional, mesmo com o "circo" pegando fogo. Como se não bastasse no último pleito tivemos um ex- presidiário eleito para o cargo majoritário, agora temos um ex-presidente condenado ( trama golpista), e também escândalos diversos pululam nas notas e mídia. Banco Central tentando por ordem na casa e o pessoal de toga, no grau máximo, passando pano, e limpando sua própria sujeira, frente a olhos inertes do povo, que habituado com tanta esculhambação, acha normal o togados serem privilegiados por banqueiros.
Aqui, do meu "front" observo tudo e tento digerir esses absurdos do contexto local e do país, criando expectativas que um dia vai melhorar, mas será?
Retornei as atividades e confesso, nem sei se tenho ganas de abraçar os compromissos que virão, pois aqui, temos um acirramento por resultados e isso gera um cansaço a médio prazo, para dar conta de atividades, projetos e ainda divulgar nomes de pessoas que são eletivas.
Comecei o ano lendo o Corvo de Edgar Alan Poe e um livro de instruções sobre Psicanálise; ontem iniciei a leitura do livro Eu quero ser feliz do Psicólogo Rossandro Klinjey. Também estou assistindo ´series e filmes diversos, gostei de vários, depois faço uma lista de recomendação. Escrevi poesias, bastante para o pouco tempo, são apenas 13 dias, e já estou na poesia do dia 13, que vou escolher agora, no meu acervo.
Fim do registro.
Deus é bom, sempre!
🙏
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