Diário de bordo

  Passados mais de vinte dias do mês de abril. Outono como estação, abaixo da linha do Equador estamos sentindo a mudança no clima, mais suavidade e menos chuvas. Muitas demanda me mantém muito ocupada, uma função me foi atribuída e fico sem muito tempo para ler e escrever, isso me faz falta, não sei quanto tempo conseguirei ficar nessa situação incômoda. 

  Vejo que o cenário  não muda muito, continuamos na questão binária, pessoas com afinco defendendo seus ídolos e políticos.  O Papa faleceu, já era uma morte anunciada desde sua internação devido a pneumonia, afinal a idade avançada e as viagens, entrevistas e toda agenda causa muito desgaste e traz comprometimento da saúde, as redes sociais e os jornalistas aguardam o sábado para o funeral do Papa que está sendo velado desde  do dia seguinte a sua morte, ou seja, dia 22 de abril. Sabemos que mesmo divergindo da postura da Igreja Católica diante de tantas mudanças no mundo, o Papa Francisco cumpriu seu objetivo, foi incisivo na causa mais polêmica, a desigualdade social. 

  Política é algo que sempre suscita diálogos espinhosos, e vê se nas manchetes desvios de dinheiro público, fraudes no INSS; Presidente do país com suas viagens, gastos e mentiras; ex presidente correndo o risco de ser preso, devido ao inquérito que está tornando réus pessoas que participaram ou incitaram o vandalismo no Planalto em 8 de janeiro de 2023. Enfim,  tudo como antes no quartel de Abrantes. 


Fim do registro.

 


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