Breves Lampejos















O silêncio que nos devora a alma

Estamos pesarosos sobre o porvir 

Reféns dos enganos e dos traumas

Deixamos o medo nos engolir 


O que será,que será...que vai ficar

Depois de tantas horas e desencontros

O coração saberá o amor indentificar?

Ou chorarão eles também nosso pranto?


Eu que na poesia não sei expressar

A amargura desses dias de descaso 

Fico buscando palavras e mensagens

Para tentar dizer o que sei do caso


Almas maculadas pelo ímpio desejo

Incentivaram cenas, criaram enredos

Eis que uma pedra silencia os mesmos

Recorro a palavra em breves lampejos 


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