Barquinho de papel





 Navego, navego, nos mares da sedução 

Vejo me singrando o leito inexplorado 

De um rio caudaloso e indômito

Que é o recôndito do teu coração 


Meu barco segue no intento, sinuosamente

Faço  manobras ditosas, iço velas ao vento

Mantenho a guarda temendo piratas  

Assim , sigo desbravando tuas águas 


Um sonho de marinheiro ou loucura

Esta magia me fascina, um gosto de aventura 

Com meu barquinho de papel, insisto no destino

Sigo no rastro do sol, o apelo deste coração cativo 







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