Pranto




Que dor é essa que o coração dilacera?
Choro não mais, secaram as lágrimas
No insuportável silêncio e da longa espera


Refúgio me na penumbra de uma lembrança
A hora mais trevosa é aquela que nunca finda
Coração ansioso e deseperançado sofre a ausência


Procuro na tela por uma novidade sobre ti
Impossível! Tudo tem gosto de enredo mal-acabado
Sofro essa saudade depois do fim


Fui eu desprovida de juízo e de bom senso
Deixe me levar pelos encantos ilusórios, pura perdição
A vida foi comigo bondosa , eu que perdi a noção


Agora lamento o fio do tempo, sem retrocesso
Ainda espero mas sei que estou a deriva
Pois destratei quem mais me amou nessa vida








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