Efêmero
Há dias em que o poema
se torna soturno, sem ânimo
vazio
Fica inerte na sombra
se torna soturno, sem ânimo
vazio
Fica inerte na sombra
não ousa, fica ali arredio.
Nestes momentos volto a mim
mesma a indagar,
onde foi a fragorosa poesia
morar?

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