E lá se vai maio... leva com ele meus anseios e deixa conquistas que foram conseguidas na têmpera da resiliência e da ventura da esperança vigente. Maio quase finda, e deixa poesias escritas, não muito profundas e nem tão originais, mas deixa a marca de alguém que escreveu o que sentiu, e sentiu ansiedade, ternura, amor, desejo, conforto, angústia e temor, tudo nesse mês. Os dias forma longos e frio, chuvosos e nublados. Muito trabalho, quase fico sem horário de descansar e aproveitar o lazer, como ler, ouvir música e escrever. Coração ficou apreensivo diante de tudo, pouco sabe do destino e do que ainda tem que assumir sobre seus quereres. ( Sociedade cobra sempre deveres e comprometimento). O mês foi corrido, de compromissos para mim e para você, também foi o mês que deixou uma ausência maior, chancelada pelas atribuições assumidas, encurtou as horas do dia. ( e faço disso poesia). Enfim, maio se despede, e assim como chegou floral e reve...