Vamos e convenhamos, estamos assistindo diariamente um festival de asneiras proferidas aos quatro ventos e amplamente alardeada pelas redes sociais, o que é fato consumado, não tem retrocesso, estas vieram e marcaram território de forma implacável.
Notas e fatos são disseminados a torto e a direito e salve-se quem puder ou quem conseguir, porque o alcance dos tentáculos da sandices são de longo alcance.
Leio e ouço notas de que a Reforma vai acabar com os direitos dos trabalhadores, sem discriminar o que são esses direitos e o tempo de transição não é mencionado, muito menos que "trabalhadores" são sujeitos a tais mudanças, isto ouço no dia a dia. O Projeto Anti crime então, este virou vilão nas rodas de bate papo, tudo ficou desfigurado e muito descaracterizado.
O Governo atual se esmera em não dirimir dúvidas e deixa o barco fluir em alto mar, com riscos de tempestades e toda sorte de intempéries que estão sujeitos os menos precavidos.
Infelizmente nestes primeiros meses de atuação vimos o governo alimentando a disseminação de polêmicas, seja no Carnaval ou agora recentemente com o vídeo do 31 de Março, que cá entre nós, estava muito bem onde estava, em 1964.
Entre erros grotescos, tolices e muitas polêmicas envolvendo este ou aquele ministro, tentamos acreditar que ainda vencerá a atitude mais sensata, pois saímos de um período nefasto onde o governo anterior nos brindava com suas sandices, como "estocar o vento" e massificação da pobreza como mostra de benfeitorias no âmbito social, alimentando mais e mais o estado "vegetativo" de pessoas na linha da pobreza com míseros trocados, tudo sob a égide de um lema utópico, tendo o social como meta fundamental na gestão, mas privilegiando os afortunados de plantão ( leia -se , Eike Batista e todo clã dos açougueiros Joesley e Wesley).
Torço, fielmente, para que tudo se acerte ou desate de vez este nó em que entrevistas, vídeos compartilhados, notas em mídias sociais, fez o governo a si mesmo se "oposicionar ", pois senão, literalmente estaremos sem rumo, navegando a esmo, sem nenhuma tábua de salvação. Avante!
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