quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Soneto do desalento
Amei o poeta...o poeta não me amou!
Não vã ilusão, troquei a noite pelo dia
Criei versos de amor e rimas de alforria
De onde o coração de tudo se libertou
Dei carinho, mas o poeta não me amou
Vesti-me de prata, usurpei a cor da lua
Despi-me dos tabus e censuras...fiz-me nua
Supliquei ao vento para lhe dizer quem sou
Num lapso de tempo, olvidei o dissabor
Para nós, criei a fantasia num lindo castelo
Ele era rei, eu rainha... imperava o amor
A realidade, friamente, tudo dissipou
Como fumaça que esvai, do sonho tão belo
Desencanto foi o que no coração restou!
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Postagem em destaque
Dia Internacional do Gato
Há quem não goste Há quem ame Os felinos são assim mesmo Despertam repulsa e loucuras Do amor ao ódio são capazes de diabruras Felinos domes...

Nenhum comentário:
Postar um comentário